domingo, 28 de junho de 2009

Pagodeiro que é bom...


Nem quebra...

Tristeza, e muita.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Andando pela rua.

Não, hoje não tive encontro. Só comigo mesma.
Sai cansada do mestrado, mesmo. Essa história de levar uma segunda faculdade ao mesmo tempo do mestrado já tá dando... ou esse semestre termina, ou eu termino.

Anyway.
Tive prova na arquitetura cedo. E de Métodos Cromatográficos e Espectrométricos de Análise (who?) no mestrado à tarde. Sai com a cabeça kind of rodando e resolvi andar.

Peguei um ônibus até uma das ruas mais movimentadas da cidade (com essa violência até o simples ato de andar e pensar na vida tem que ser previamente pensado!).
Ok, vou entrar nos clichês de crônicas de 5ª, mas... o que está acontecendo com todo mundo?

Vi 3 brigas no trânsito, um carro que quase subiu na calçada, as pessoas andando com medo...
E eu fico sem saber onde encontrar um pouquinho de paz que não seja aqui, na frente desse computador.

Talvez as coisas estejam mesmo piorando. Ou talvez a forma com que eu veja o mundo tenha piorado. Um reflexo de minha confusão interna, talvez... Não é como a moça de 2 anos atrás, cheia de sonhos, que saía pela praça tomando água de coco, agora temos uma cruel realista que já não vê mais graça nenhuma em muita coisa.

E não é de hoje que eu quero encontrar a moça sonhadora e ter ela em mim de volta.
Mas com certeza, andando pelas ruas, ela não está mais.

Considerações finais desse texto mela-cueca: Falta álcool na minha vida.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

De como descobrir que você é idiota.

Eu tinha dezesseis. I was sixteen (Parece tão mais High School Music escrito desse jeito!)
Eu conheci o que seria o amor da minha vida.

O amei com t0odas as minhas forças e por causa disso conheci o céu e o inferno.
Os que acompanharam meus blogs de outrora sabem muito bem disso.

Traições, uma depressão, 5 anos de semi-reclusão e enfim, tudo foi apagado da minha mente e eu segui em frente.
Faz 6 anos que não o vejo, 6 anos que não tenho notícias, e minha vida corria dentro do óbvio da moral e bons costumes.

Hoje, uma amiga me convidou para ir a casa dela na quarta.
Ele vai estar lá, e vai ser a primeira vez que o verei, em 6 anos, desde que o vi subir no altar.
E em 5 segundos depois da notícia, o rombo que se abriu no meu estômago deixou mais do que óbvio o rombo que existe na minha massa cefálica.



Até quarta.

sábado, 13 de junho de 2009

Do meu canto no mundo.

Estive olhando meu quarto. E consegui finalmente defini-lo em poucas palavras. Ele é o espelho externo do que tenho por dentro.

Em épocas de calmaria e responsabilidade, tudo em seu lugar.
Projeto pra entregar amanhã? Esquadros por todos os lados, perdidos no meio dos livros do mestrado.
As paredes são, e não poderiam deixar de ser... verdes... cor de kiwi.

Mas a maior parte do tempo ele é uma completa desordem. Uma desordem um tanto quanto organizada.
Na qual tudo se acha, tudo se resolve, pra tudo tem uma bugiganga que soluciona o problema.

É essa cabeça bagunçada que os escreve. Em desordem? Sim.
Mas sempre encontrando uma solução pro que se aproxima, não importa o que seja.
Tudo envolto por felicidade e luz, sempre.
Assim como minhas paredes cor de kiwi.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Véspera de feriado (or not!)

*O novo banner é um presente do Mauri... ai, eu amei! Não é por menos que ele é a primeira carona do meu carro novo.*

Quarta a noite. Sim, eu devia estar no Meachuta!
Listaremos então, os motivos que fazem a minha bunda permanecer pregada a esta cadeira...

a) Aula, mestrado, amanhã, feriado. Feriado?? FAIL!
b) Desde ontem uma onda de paz invadiu meu peito. A vontade sedenta de ingestão alcoólica não passou totalmente, mas sossegou... esperando uma hora feliz para voltar.
c) Agora, sentada na minha cadeira, ar ligado, Lulu no som, chocolate do lado...

É... a vida de fato é boa.
E um fato pra ela ficar melhor?

Consegui minha bolsa na Unicamp... ou seja, bye bye Belém ^^"
É, eu tô feliz.

E amanhã... torçam. Eu quero ter novidades pra contar à noite, muitas...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Ligação.

Atendi o telefone para uma ligação especialmente interessante.
Uma amiga, não pensem bobagens.
Mas ouvir verdades, às vezes, daqueles que amamos, é tudo o que você precisa pra ter um dia melhor.

Lembro que eu tinha ficado chateada com ela, alguns dias atrás, quando ela me falou algumas coisas duras, meio chatas.
Por mais que ela tivesse pedido desculpas logo em seguida.
Hoje ela me disse por que tinha dito aquilo tudo.

Nem precisava.
Eu já sabia que ela estava certa.

Nota Mental: Uma amiga sempre quer algo melhor pra você do que algum louco de beira de esquina.
Entre seu namorado de 2 anos que você vê todos os dias, e uma amiga que você encontra 1 vez a cada volta de Saturno dançando balé no entorno de Plutão, fique com a versão da amiga.

a plan.

Quero ir pro Meachuta dia 10, nenhum dos meus amigos vai.
Se duvidar vou sozinha.
Mas eu vou.
Post idiota e revoltado, por que hoje estou assim... ja´não aguento mais trabalho-prova-trabalho e tudo que eu preciso é a little bit of fun.

Can you help me please?

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Junho começa. E tudo o que ele me traz.

Meu último mês foi uma gangorra emocional.
Saí do lodo do poço até uma situação confortavel-emocionalmente estável que estou hoje.
Qualquer dia ainda vou sentar e escrever um guia de como sair de situações difíceis sem perder o bom-humor, mas por enquanto, lembrar de mim há um mês atrás ainda dói.
Nas duas últimas semanas, lavei minha alma.
Peguei um porre de tequila e dancei 'Estoy aqui' com as amigas.
Fui a um show e cantei de olhos fechados 'me leve sem destino'.
Fiz compras, e reencontrei velhos amigos.

É, eu estou feliz.
Saíram as notas do primeiro módulo do mestrado, e eu fiquei acima da média em tudo. E eu lembro que ia dopada de calmante fazer as provas. Esse segundo módulo há de ser melhor.

Melhor, por que julho é um mês que tem um cheiro bom.
Melhor, por que hoje ainda é dia primeiro, e eu já tenho o que fazer em todos os meus sábados e domingos até o fim do mês.
Melhor por que provavelmente, terminarei o mês com um quilo a mais, de tanto munguzá e bolo de macaxeira, mas não vou me importar com isso...

E quando terminar, eu estarei livre do mestrado e da faculdade, e São Paulo estará de braços abertos me esperando.
E quando eu voltar, nada mais será como é hoje. I wish.

A desperate.

Sempre gostei de séries americanas.
Talvez por que sempre tenha me identificado muito mais com elas do que os batidos folhetins brasileiros.
Desperate Housewives é uma que já me pegou há alguns anos. Gosto do toque de humor dela, em situações do dia-a-dia que normalmente, poderiam acontecer comigo.
Momentos em que eu fui muito Lynette, com o amor pelo trabalho, suplantado pela devoção à família.
Momentos Bree, pelo perfeccionismo e a minha velha mania de manter as aparências não importando o quão derrotada eu estivesse.
O amor aos Jimmy Choos e derivados que compartilho com a Sra. Solis, a insegurança crônica e tagarelice de Susan, a auto-ironia com pitadas de humor negro by Sra. McCluskey.
Mas ontem a noite assistindo o 5x13, achei definitivamente o melhor personagem para me descrever ali.

Prazer, Eli Scruggs.