domingo, 25 de outubro de 2009

Pausa para a marcha nupcial.


Hoje foi dia de casamento.
E é estranho ver uma amiga sua, que você viu crescer, que tem a mesma idade que você... Casando!
Te dá a sensação bizarra de 'tapa na cara': Hora de acordar e começar a trilhar uma vida.
Não me vejo passando por todas essas etapas.
Não me vejo em um vestido branco, entrando em uma igreja e sorrindo para os convidados.
Nem planejando uma miniatura minha de resina em cima de um grande bolo branco.
E me preocupo com isso.
Me preocupo com o padrão de relacionamentos humanos que construí pra mim ao longo destas 2 décadas e pouquinho.
Eu deveria ter planos? Eu deveria ter preocupações?
Será que é errado só se deixar ser feliz por hoje, e amanhã.... bom, o amanhã, eu mesma não sei se quero ter o que esperar dele.
Aí cheguei em casa e lembrei que estou feliz.
Quem sabe um dia eles não constroem uma escada que vai me levar a algum lugar?
E fica tão mais difícil escrever um texto decente quando se está feliz...
Acho que eu tô o que todo mundo costuma a chamar de... boba. Que bom!

sábado, 24 de outubro de 2009

Das Voltas - Parte 3 - O mercado.

Eu e a irmã tínhamos milhares de brincadeiras só nossas.
Tínhamos apelidos para as pessoas, palavras que resumiam fatos inteiros e quando conversávamos, podíamos ter 20 pessoas ao lado que ninguém entenderia nada.
A irmã sem dúvida foi e vai ser por muito tempo, a alma que chegou mais próxima da minha, e por isso, ainda hoje é tão difícil aceitar que ela não está mais perto de mim, mesmo que fisicamente esteja.
Enfim...

Uma de nossas coisas ridículas de pré-adolescente era o Desenho do mercado.
De tempos em tempos, desenhávamos uma feira no Photoshop. Naquele tempo éramos a síntese do que se podia chamar de meninas populares, lembro que a irmã recebia cartas, declarações e nos divertíamos muito com isso, sempre.
No desenho do mercado, colocávamos em barraquinhas a cabeça de todos os meninos que gostavam de nós, para "vendê-los" colocávamos as pessoas que apoiavam que ficássemos com o indivíduo, e do lado de fora da barraca, quem não queria.
Era uma coisa ridícula, olhando assim, mas realmente nos divertíamos muito montando as barracas e mais divertido era falar depois: Vi o Sr. Cenoura hoje!

Não preciso dizer que nas barracas da minha irmã só existiam legumes japoneses.
Nas minhas sempre aparecia um ou outro de algum pobre coração nipônico que eu havia partido, e do lado de fora eu colocava o desenho da minha própria consciência, dizendo: "Allice, esse não!"
Lembro que num dos últimos desenhos que fizemos, e que agora está aqui, aberto na tela do computador, havia um menino de olhos puxados que eu ainda não conhecia.

"Irmã... quem é esse?"
"Ah, é um amigo do Sérgio, ele é bem legal, e bonitinho"
"Hum... e tu mesmas apóias ele... gostastes dele foi?"
"Sim, Allice"
"Irmããã... outro japonês? Sai dessa vida, e esse é feio, sério... Me põe do lado de fora dessa barraca que esse aqui eu não quero ele pra cunhado, não"

Ela, muito a contragosto, colocou do lado de fora dessa barraca a minha imagem, e dali alguns dias eu conheci o legume em questão.
Legal, sim... mas a irmã acabou não dando mais esperanças pra ele. E eu lembro como achei ele mariquinhas e panaca, quando eu o vi ir embora chorando.

É estranho lembrar desse dia.
Por que eu lembro tão nitidamente, de um fato que teoricamente não teria importância nenhuma na MINHA vida. Mas mudou ela pra sempre.
E se hoje eu pudesse refazer aquela montagem, com certeza não estaria do lado de fora da barraca, e sim dentro dela... Fazendo a melhor promoção possível pra ajudar a vender o legume japonês, que eu fui a responsável, em parte, pela eliminação.

Mas isso eu só entendi 6 anos depois... Mas antes disso, parte 4... A minha maior perda.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Das Voltas - Parte 2: Éramos sete.

Sim, havíamos nos conhecido ali.
Em comum? Muito pouco.
Gostávamos de sair andando pelas ruas da cidade e contar nossas vidas uma para a outra, lanchar ali, um cinema aqui. Um grupo totalmente normal, se não fosse a diversidade de cabeças dentro dele.
Eu e minha irmã, com 16 e 17 na época. Sonhávamos em ser arquitetas e abrir nosso escritório juntas.
Haviam 2 do Colégio Nazaré, um colégio da classe alta de Belém. Alguns anos depois uma viraria de fato uma arquiteta e a outra publicitária.
Uma estava na faculdade de fisioterapia, outra era musicista... a mais velha de nós.
A última sonhava em fazer Medicina (Hoje, esta no último ano).

Dentre as inúmeras coisas que me faziam amá-las, haviam muito poucas que me incomodavam... Aqui está a principal.
Depois daquele agosto de 2003, de nós 7, 5 estavam namorando, tinham acabado de terminar ou começariam a namorar em pouquíssimo tempo... Meninos japoneses. A 6ª estava apaixonada e não era correspondida, por um... japonês.
E havia a 7ª, eu.

A coisa me incomodava tanto que eu comecei a criar uma espécie de raiva gratuita, e ela aumentava a cada episódio que algum deles fazia alguma delas sofrer, ou mesmo quando eles eram passados de uma pra outra, como uma herança. Esse fascínio absurdo era demais pra minha cabeça. Quando elas vinham me contar algo e eu ouvia no meio algum nome com muito S, K ou H, eu automaticamente bloqueava o assunto.

Até o dia em que eu perdi minha 'nirmã'. Por causa de um japonês.
Minha raiva atingiu os níveis absurdos e extremos que poderia alcançar. Eu jurei odiar qualquer ser humano de olho puxado que cruzasse minha frente dali em diante (Só dali em diante, afinal à essa altura do campeonato, eu já tinha pelo menos mais de 20 amigos com alguma descendência).

Mas antes de eu perder a nirmã, lembro bem de um costume que era só nosso e que gostávamos muito: O Desenho do mercado.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Das Voltas - Parte 1 - Um dos melhores dias da minha vida.

Voltemos a 03 de agosto de 2003.

Seria mentira se eu escrevesse aqui dizendo que acordei e senti que aquele dia seria diferente, não, eu já não lembro tão bem assim.
Lembro que eu estava ansiosa. Minha irmã tinha essa mania por 'troços japoneses', como eu dizia na época, e depois de ver o cartaz no shopping avisando que teríamos um festival em nossa cidade, surtou. Nós tínhamos que ir... à carater.

Tínhamos passado a última semana inteira arrumando nossas roupas brancas e azul marinho de colegiais japonesas, e mesmo achando aquilo tudo uma bobagem enorme, lá estava eu vestindo minha meia até o joelho e a sainha pregueada.

Do que eu pensava que seria uma bobagem enorme, foi o primeiro dia do resto da minha vida. Das horas que passei no festival, conheci aquelas que viriam ser, até hoje, a maior parte das pessoas mais importantes da minha vida.

Claro que na época, eu não podia saber disso. Mas saí de lá cheia de novas amizades e com um namorado americano o que àquela altura dos meus 16 anos já era algo bem grande.

Tirando outras consequências deste dia que posteriormente aparecerão por aqui, eis a principal: O surgimento das 7.

Éramos 7 meninas diferentes, nascidas em estados diferentes, estudando em escolas diferentes, com idades e vidas diferentes. Mas em algum lugar lá em cima, alguém disse que seríamos amigas pelo resto da vida. E assim é... ou pelo menos, pra maioria de nós.

Mas isso não é só uma história de como surgiu uma amizade. Ela serve de base para a grande volta que eu vivi hoje, e que até agora não sei se quero chorar... ou sorrir.

Mas daqui, é importante saber que nós 7, não éramos um grupo de amigas qualquer. Nòs tínhamos particularidades que nos faziam únicas. O que nos leva à parte 2: As sete.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Raindrops.

Raindrops keep falling on my head
I'mjust like the guy whose feet are too big for his bed,
Nothing seems to fit... Oh!
Those raindrops keep falling on my head...
They keep falling.


Hora então de mandar a chuva embora.

Cause I'm never gonna stop the rain by complaining, because I'm free...

domingo, 27 de setembro de 2009

Sobre algumas metas de sexta.

+ Desenhar algo do que eu realmente me orgulhe.
Não consegui... Minha planta requer muito mais inspiração do que este fim de semana pôde me prover. Mas ela vai sair, eu sei.

+ Reencontrar pelo menos um velho amigo.
Esse fim de semana? Um festival de velhos amigos. Encontrei um com quem achei que nunca mais voltaria a falar e foi bom ver que o tempo não mudou nossa amizade. Ganhei uma música dedicada em um show pra mim. Visitei camarim, ganhei crachás, e me senti muito importante.

+ Finalmente provar o tal Mussolini, e dirigir depois dele.
Fiz mais do que isso. Não sei como estou viva aqui, blogando. Não mesmo.

+ Rir bastante.
Checked! E como são bons esses dias em que tudo o que você precisa é rir.

+ Dançar em algum momento como se o mundo fosse acabar.
Checked!

+ Flutuar por cima de tudo o que me faz mal e descobrir a paz em algo, alguém ou algum lugar.
Checked!

+ Me apaixonar por alguém novo, nem que seja por 5 minutos, e ver motivos para ficar feliz nisso.


And it's just like the ocean under the moon
Well that's the same as the emotion that I get from you
You got the kind of lovin that can be so smooth
Give me your heart, make it real
Or else forget about it...

sábado, 26 de setembro de 2009

Metas para as próximas 48 horas.

+ Desenhar algo do que eu realmente me orgulhe.
+ Terminar de ler sobre alicerce e fundações.
+ Tentar ler pelo menos um artigo do mestrado, acho que não vai doer.
+ Beber pelo menos 3 copos mais de leite de soja (um já foi!)
+ Reencontrar pelo menos um velho amigo.
+ Rir bastante.
+ Dançar em algum momento como se o mundo fosse acabar.
+ Flutuar por cima de tudo o que me faz mal e descobrir a paz em algo, alguém ou algum lugar.
+ Me apaixonar por alguém novo, nem que seja por 5 minutos, e ver motivos para ficar feliz nisso.
+ Aumentar minha série de pesos de 2 pra 3 (O que eu vou fazer neste instante!)

Fui!

Que o Sorriso, a PAZ e o AMOR
Te acompanhe onde você esteja
E vamos dançar
A vida é a nossa maior riqueza
Flores no ar, aparecem quando você chega
E não vai mais cultivar a dor,
Preocupar com o que não vale a pena
Seque as lágrimas que já chorou
Viva a felicidade plena
E vamos dançar
A vida é nossa maior riqueza
Flores no ar, aparecem quando você chega...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E o espírito porquinho?

Fica registrada aqui a volta do meu espírito porquinho depois de anos de ausência.
Já que essa foi uma semana de mudanças enérgicas, o meu espírito-de-porco-de-estimação não poderia ficar de fora e voltou dando um duplo-twist-carpado na minha vida.
Tem coisa melhor do que deixar alguém sem fala e ir embora? Ou ver a cara de agonia de alguém com a namorada do lado quando você se aproxima e passa direto sem nem olhar?

Às pessoas que você fez terem uma consciência mais do que pesada essa semana, um brinde.

Ligação de 1 minuto pela Oi: R$ 0,84
Ida ao cinema com lanchinho depois: R$ 30,00
Ver um japonês de olho arregalado sem saber o que fazer com a namorada do lado? Priceless.

Semear discórdia? Adoro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Do que nascemos para fazer.

Toda criança tem um sonho que responde à pergunta: "O que você vai ser quando crescer?".
A minha resposta, sempre estava na ponta da língua - Bailarina! - e vinha semre acompanhada de uma pirueta.

Mas o tal do doutor Kobayashi-Katayama-Komatsu (I don't remember) me disse que era impossível por causa da diferença de tamanhos entre minhas pernas e esse foi o primeiro japonês que eu odiei na vida (Hoje a lista inclui as velhas conhecidas de outros blogs: O tal Ishii; A real Samurai e A Vacajabonesa).

Depois de alguns dias de profunda auto-análise infantil eu já tinha minha nova resposta: Arquiteta!
Eu cursei meu fundamental, meu ensino médio todo e... Você vai fazer vestibular pra quê, Allice? Arquitetura!

Mas aí veio o dia da inscrição... vontade dos pais, pressão no cursinho, uma mente de 16 anos tão forte quanto um galho seco... Medicina!
Minha excursão pela medicina foi uma lástima, e acabou incluindo a Medicina Veterinária, a qual adotei pra minha vida já há quase 6 anos.

Mas ano passado, quando ouvi meu nome no listão de Arquitetura, era como se eu pudesse ter tudo outra vez.
É claro, já não faz mais o mesmo sentido que tinha para aquela menina que não podia ser bailarina.
Pra ela, a arquitetura seria ficar pra sempre ao lado da irmã fazendo o que as duas mais gostavam... criar.

Hoje, pra mim é uma paixão. É sentar, pegar o papel e caneta e esquecer do mundo. É recriar, num pedacinho de papel, o sonho que ficou lá atrás e uma pontinha da felicidade que ele devia ter me trazido.

Hoje voltei à Arquitetura. Hoje já me sinto mais leve. Apesar de ver minha nirmã passar pelos corredores e não poder abraçá-la, estar ali faz com que eu me sinta mais eu, e não o arremedo de mim mesma, que me tornei ao longo dos anos.

Hoje o professor me usou como exemplo, de alguém que quer a arquitetura pelo motivo mais simples de todos, a sensação de afeto que a profissão lhe traz. E ele acertou. Por mais que eu nunca consiga ser de fato uma arquiteta, a sensação de poder tentar é algo que me faz alguém melhor. Tudo por amor aos riscos, ao papel em branco, aos tijolos que constroem poesias e à forma que espelha a alma.

Que venha mais um semestre dessa paixão, que desde o primeiro reencontro, já me faz tão feliz assim.

domingo, 13 de setembro de 2009

Ólheu aí...


+ Domingo de prova da PF. A minha 'menina-do-metrô' tava lá (outro post explico melhor).
+ Domingo de assistir filme idiota e fazer montinho com meus dois perturbados amados.
+ Domingo do passeio eu e eu mesma pra olhar o rio, e ver que eu não consigo mais planejar minha semana... Isso por que todo pensamento meu cérebro completa com: "Vamos embora? Bora? E agora, já? Tchau, Belém?"
+ Noite de domingo ruim... Eu já esperava por isso. Preciso conversar e espairecer, acho que além do passeio eu e eu mesma de domingo e quarta, vou passar a adotá-lo às segundas também, ou pelo menos nesta.

sábado, 12 de setembro de 2009


Como estou presa em casa num sábado à noite, e particularmente ansiosa por que a pessoa que mais amo no mundo encontra-se neste momento, dentro de um avião... Não me custa escrever aqui algumas poucas coisas sobre essa semana, que eu quero lembrar.

+ Bater o carro, 3 vezes, 3 dias consecutivos... só eu.
+ "Cansei de ser o seu palhaço, fazer o que sempre quis... Cansei de curar sua fossa, quando você não se sentia feliz..." (8)
+ Pela ducentésima enésima vez: Não confiar... não confiar... não confiar... (Lembrar de fazer um cartaz com esta frase e pregar no forro do meu quarto verde-kiwi).
+ Pro forro também vai: Não dê às pessoas a importância que você não tem pra elas.
+ Valorize quem realmente tem valor (Ouvir isso essa semana meio que me doeu um pouco, mas foi um tapa na cara merecido, e de alguém que realmente, tem valor).
+ "E eu sei que você sabe, quase sem querer... Que eu vejo o mesmo que você..." (8)
+ O fim do tormento 'sem-séries' está chegando ao fim, estréias da Fall Season semana que vem.
+ Definitivamente, dar aula é tudo o que eu quero fazer até o fim dos meus dias, e eu não posso perder o foco disso.
+ Preciso lembrar das minhas promessas pra próxima semana: Jogar a caixa de remédio pra dormir fora e entrar na academia.
+ Dar mais atenção à minha irmã. Ela tá precisando, tenho certeza.
+ Aproveitar meu tempo livre e não blogar, perder tempo no MSN ou Facebook, principalmente as intermináveis conversas por depoimento no orkut e sim, traduzir os artigos e montar minhas apresentações de conclusão do módulo. #Fail!

Eu deveria estar fazendo isso neste momento. Mas tô aqui, escrevendo e admirando minha nova boneca. Isso por que eu dei um fora. Mas descobri (depois de ver Norminha e Abel ontem no final da novela) que é só assim que a coisa funciona. Ser legal e se mostrar sem frescuras?? #Fail!

Minha Ahsoka Tano é linda!

Gira , mundo!

Eu estava sentada, desenhando.
Quando o celular tocou, me assustei duas vezes. Pela interrupção dos meus traços e pelo nome no visor.
De qualquer ligação no mundo que eu pudesse esperar numa manhã de sábado, essa era a última.

(...) Pausa para flashback (barulho de Rewind - Stop em 2001)
Você era apaixonada pelo carinha, há, digamos... 8 anos atrás?
Só uma amiga sua sabia, e ela promete te ajudar.
Num dia x, você no auge da empolgação teenager vai ao cinema com o carinha E a sua amiga.
Só que no meio do filme, você olha pro lado E a sua amiga está beijando o carinha.

Vaaaaaca!
*Um coração teenager partido, fim do flashback, da amizade e nascimento da primeira vaaaaca da qual tenho recordação*

Não preciso dizer que ela foi exilada do meu convívio social, ele idem, não que ele tenha tido culpa, afinal não sabia de nada. But... C'mon... I was fifteen!

*De volta para o futuro*

Atendi o telefone, e não que não tivesse mais falado com ele nos últimos 8 anos, mas sempre orkut, msn... confesso que a ligação supreendeu.


- Que estás fazendo, Allice?

- Hum... desenhando...
(Resposta estúpida! Eu devia ter inventado algo melhor... Tem coisa menos glamourosa do que passar a manhã de sabado dobrada sobre um caderno desenhando bichinhos que só existem na sua imaginação?)

- Quer dar uma volta?

*Silêncio infinito...*

- Pode ser.

Lá pelo início da tarde lanchamos, fomos ao cinema e ele me levou para olhar as lojas de brinquedos (Afinal, ele me conhece há mais de 8 anos, ele sabe o que eu gosto!).

E 8 anos depois... ele tentou me beijar *Insira uma risada maquiavélica qualquer aqui*

Não, eu não fiquei feliz. Era um semi-estranho que me ligou não sei o porquê e de repente super se achou no direito de dar em cima de mim... trouxa. É o candidato a mais novo contato bloqueado no meu msn (Sim, odeio trouxas).

E contrariando o meu eu-interior de 15 anos, eu não o beijei. Mas poderia ter beijado. Isso se passeando pelo shopping estivesse a vaaaaaca. Aí sim, eu agarraria ele pelo meio da cintura e tascaria o beijão.
- Olha o que eu faço com seu primeiro namorado... (Sim, eles namoraram, por 1 ano e 7 meses...)

Se existe essa tal justiça terrena, é nessas pequenas dobras da vida que ela se materializa.
Isso sim, teria me feito feliz. Sim, sou uma pessoa pequena, mesquinha, infantil e sinto praticamente orgasmos múltiplos e infinitos fazendo artimanhas amorosas da 6ª série.

Se esse tal de amor profundo e verdadeiro não me acha, sejamos então profundos como uma colher de sopa... os românticos sempre são os perdedores afinal, como aquela menina de 15 anos que viu a amiga beijar o 'seu carinha' no cinema...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Hoje.

Depois de uma manhã de 'Esfregando-na-sua-cara-como-você-é-incompentente', o que se sucedeu hoje foi uma sequência de grandes erros.
Em mais um episódio da minha odisséia "Como perder amigos e afastar pessoas", aconteceu em uma hora tudo o que não poderia me acontecer.
Perdi o controle, escrevi aquele post, peguei o carro, bati o carro e... nada disso adiantou, tudo continua como estava.

A vontade agora? Pegar minha maletinha e voltar pra Minas.
Não é de hoje que eu sei que essa faculdade, esse mestrado, de nada adiantam se minha cabeça continuar tão deep in blue.
E isso é tudo o que eu queria hoje.
Ou só um abraço amigo, talvez resolvesse...

Mas é mais fácil ir até o aeroporto e preparar minha faixa BH, I'll be back.
Hoje devia ser um dia especial.
É minha primeira aula, a primeira aula que vou ministrar para alunos de graduação e só eu sei o quando estava empolgada por isso.
Mas depois de tudo o que eu vi e aconteceu hoje, chega.

A vontade que eu tenho agora é pegar meu carro e dirigir pra longe e não parar tão cedo. Uma vontade de gritar imensa e de abandonar tudo pra trás.
Chega, eu oficialmente estou abandonando essa minha vida ede hoje em diante nada mais importa, mesmo.

E sim, eu preciso gritar, eu preciso chorar, eu preciso ir no meu lugar só meu. E é pra lá que eu vou depois de dar aula... só eu sei como.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Holidays Part II - I quit.


Definitivamente, meu lugar não é aqui.

Holidays Part I - Missing her

Por que sempre que tenho que fazer algo, ou voltar em algum lugar sem ela pela primeira vez, é impossível não sentir.

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda esta forte
E vai ser bom subir nas pedras

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Agora está tão longe
ver a linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção
Aonde está você agora
Alem de aqui dentro de mim...

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...

Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos,
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...

E com certeza, nos nossos planos estava 'nunca abandonar'.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

They (L) me, F.C.

Quando as pessoas me perguntam por que às vezes eu me tranco em meu mundinho, a resposta é muito simples.

Todas as vezes que eu saio, coisa boa não sai junto.

Lembro o que um amigo me disse certa vez: As pessoas, Allice, tem que aprender a resolver seus problemas. Você não vai estar lá sempre pra evitar que elas sofram'. Mas se eu pudesse ajudar, por que não? Bem, hoje eu entendo o porquê.

Me pergunto onde foi que as pessoas perderam o plug-in 'Aceitar a verdade'.
Você é uma ilustre desconhecida, que infernizou o namoro da minha melhor-amiga-sempre e tomou o namorado dela. Você me pergunta o que eu acho de você...
Eu respondo?
Vaca. Simples assim.

Você é minha amiga. Você namorou 7 meses com um amigo meu, você fez ele sofrer 7 meses... Por mais minha amiga que você seja, em 5 segundos você vira?
Vaaaca.

São pensamentos óbvios, e para mim, se alguém me pergunta o que eu acho de você, eu não posso responder: "Aquela menina linda..."

É assim que vários troféus são adicionados na parede do They (L) me F.C.

Mas a importância disso? Nenhuma.
São pessoas que realmente não deviam talvez, nem ter passado pela minha vida, mas pelo menos, me deixaram grandes lições, como por exemplo, fique calada, no matter what happens.

O grande evento de hoje, sem dúvida, é o fim da história das borboletas.
Hoje, elas se vão. For good.
Se eu venho dizendo pra mim mesma que não tá doendo tanto (por que realmente acho que não está), hoje eu verei.

Noite para se lembrar? 02/09/09.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Tia do Báteman.


Por que bem lá no fundo tem uma ponta que dói.
Mas é lá no fundo mesmo, e hoje não é dia pra mergulhar nessa. Eu normalmente nunca saio desse lago muito rápido.


Hoje é dia de começar a botar a mão na massa por aqui pelo mestrado, não que eu esteja lá muito feliz com isso.
O importante é que eu estou... uma pontinha orgulhosa de mim mesma, sim, por que não?
Depois do meu super kapow de domingo...

Estamos aqui, em plena terça feira e eu...


... Tô legal.
É, pasme, eu tô legal.

Digo, ok, você passa 2 anos e meio apaixonada por um tiozinho, termina seu namoro por ele, leva o maior fora da sua vida e é meio óbvio que a sequência da derrocada seria ver ele com uma namorada.


Querendo ou não, tenho mantido minha cabeça ocupada (com vaquinhas malhadas e plantações de mantira), mas enfim, ajuda.
Tudo o que eu queria agora era ter sido mais firme desde o início.
Queria não ter dado crédito às minhas baboseiras românticas, ter feito o que fiz nos últimos meses há mais tempo.



Essa semana é uma prova de fogo. E se eu chegar ao fim dela sem chorar, não choro mais.
E isso sim, é uma boa promessa para se fazer a mim mesma.


P.S.: A presença do Báteman neste post é meramente ilustrativa e nada tem haver com meu estado mental ou emocional atual... Mas que saudade da feira da fruta!



Update (14:29): Chorar não. Mas não consigo tratar ninguém bem, também.
É patada atrás de patada... KAPOW!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Vibe de barzinho.

Confesso, acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa, sendo eu tão inconstante


Quem sabe o amor tenha chegado ao final

Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas
Mas eu sempre quero mais

É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego,
Eu não te deixo em paz

Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade
Mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo
Ou não volte mais...

Ele sempre me passa a perna.

Já havia tomado uma dose de Montilla, sentada em seu próprio mundo mais cedo.
Quando o celular tocou, ela sabia que era um convite.

Chegou no novo lugar e sentou-se em uma mesa de estranhos, rapidamente sendo apresentada a todos eles, percebeu que não eram tão estranhos assim, com a maioria, ela tinha 2 ou 3 amigos em comum, e muito provavelmente já os tinha visto em reuniões e aniversários, muito típico da cidade onde vivia.

Mais Montilla.

De repente, um nome pronunciado esfriou sua espinha. Tentavam ligar pra ele, para que ele se juntasse ao grupo.
Talvez tenha sido a força do pensamento dela, ou alguém lá em cima que resolveu colaborar dessa vez, ele não atendeu o celular.

- Deve estar com a Sofia - alguém falou.
- Nunca esperava que eles fossem namorar - outro disse.

Dessa vez o arrepio foi maior. Ela também não esperava. E de repente ele era o assunto da mesa, o quanto ele lutou pra estar com Sofia e o quanto os dois se completavam.
Desesperadamente, ela precisava ir no banheiro, mas suas pernas não se mexiam. Chamou o garçom e pediu mais uma Montilla, ele disse que não estava atendendo aquela mesa.

Sem muita agilidade, arredou a cadeira e foi até o bar. Não sabe com quanta falta de agilidade fez isso, muito mais pelo impacto da notícia do que pela própria bebida, mas alguém levantou-se também e andou com ela até o bar, encostando-se no balcão.

- Aconteceu alguma coisa?
O peito de ferro esquentava por dentro, como poucas vezes o fazia, contratando com o frio toque do mármore do balcão em sua cintura.
- Não, tá tudo bem - pegou o novo copo de Montilla e virou de uma vez só.

- Olha, eu realmente preciso ir - ela disse pegando a chave do carro e colocando um resto de dinheiro no bolso.
- Eu sei que farias ele mais feliz do que ela, era tudo o que eu queria te dizer.

De repente congelou. Ali estava um estranho, alguém que ela acabara de conhecer, como ela podia ter pensamentos tão transparentes assim?

- Ele me contou - ele interveio como se adivinhasse.
- Ah... - ela soltou num muxoxo.
- Olha, talvez tenha sido a coisa errada, na hora errada...

Ela o interrompeu, e olhou para as gotas de água que molhavam o balcão do bar.
- Não se preocupe, ele sabe ser feliz com quem quer que seja.

Virou-se e saiu.
Deixou junto com as gotas do balcão, os últimos pedacinhos do que lhe restava de um coração que insistia em se apaixonar.

sábado, 29 de agosto de 2009

Don't Stop Me Now.

I'm a rocketship on my way to Mars,
On a colision course,
I'm a satellite, I'm out of control...

E de repente, me deu saudades do Khay.

O homem perfeito (ou não).

"I've been searching for a man
All across Japan
Just to find, to find my samurai
Someone who is strong
But still a little shy
Yes I need, I need my samurai..."

Já havia se passado 5 meses.
5 meses que a minha companhia masculina mais próxima realmente era o pirata da garrafa de Montilla. Não, eu não estava satisfeita comigo.

Me perguntava onde estava o erro. Digo, não sou tão chata assim. Falo 3, quase 4 línguas, mestrado, segunda faculdade, com carro, salário razoavelmente bom, semi-independente.
Um dia, me dei conta.
Eu era feia, muito feia. Repulsiva é a palavra, e não, eu não encontrava outra explicação. Nasceu a história da 'deformidade facial severa' e todas as outras situações engraçadas que dela derivaram.

Eu já andava cansada de ser o cara que acompanhava meus amigos na balada, a amiga que vigiava as bolsas, o brother que os meninos só ligam pra chamar pro futebol de domingo.
Num fim de semana, joguei tudo pro ar, desmarquei uma viagem com amigos e pé na estrada.

Eu o conheci durante a viagem, e não foi de uma maneira muito convencional. É a parte mais engraçada e que talvez seja assunto pra outro post, por que definitivamente, é uma noite da qual quero me lembrar por muito tempo.

Ele era bonito, muito. De uma forma a qual eu nunca tinha estado tão perto. Era o melhor abraço também.
Mas a noite acabou e eu saí daquela festa só com a lembrança de uma noite maravilhosa.
Por mais uma outra carga de coincidências e acidentes que fizeram tudo parecer tão certo, afinal mal havíamos trocado nossos nomes, 4 dias depois, meu celular toca no meio da madrugada e era ele.

São histórias que você custa a acreditar e que acha que nunca vão acontecer com você. Mas aconteceu comigo, e por alguns dias eu vivi tudo o que se pode esperar de uma grande história que caminha para um final feliz.

Assistimos o pôr-do-sol abraçados, eu ouvi coisas que há muito gostaria de ouvir de alguém, e nada mais parecia me importar tanto.
Por 1 semana.

Não sei se essas coisas aconteceram na minha vida pra provar que talvez eu nem sofra da deformidade facial severa, ou se algum anjo traquinas quis me dar o gostinho da felicidade por 7 dias e me tirar logo em seguida, me devolvendo ao tédio da minha vida normalzinha.

O fato é que eu estraguei tudo. Ou tudo já estava estragado e eu não queria ver.
Esse meu medo de me apegar; a necessidade de deixar claro que eu sou assim, meio solta na vida, acabaram levando embora alguém que certamente valeria a pena.

Olhando agora, eu vejo que ele foi mais perfeito ainda.
Mais perfeito, por que além das lembranças, grandes lembranças, ele me deixa a lição que melhor do que saber deixar as pessoas partirem é saber deixar elas permanecerem caso queiram.
E eu não sei.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Palavras pequenas...

Desculpa.

Não há palavra mais cheia de significado, nem tão vazia.
Você pode 'dar' desculpas, como quem dá uma justificativa para fazer ou não algo.
Pode ser um pedido despretensioso, de alguém que pisou por acidente no seu dedão.

Pode ser um pedido real de alguém que realmente se arrependeu.
Pode ser o ato de perdoar e esquecer tudo o que aconteceu.

Ou pode ser apenas uma palavra pronunciada, que tenta ter algum dos significados acima... todos... e acaba não tendo nenhum.

A de hoje, significado nenhum.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Deja vu.

E hoje me veio aquele estranho apertão no estômago, de viver outra vez o que nunca vivi.
De repente você está no olho do furacão e qualquer atitude ali, muda tudo.

Eu estava tão próxima dele. Mas eu já estive outras vezes.
Essa era diferente, tenho certeza... Mas veio o passado e a sensação estranha me deu um tapa bem no meio do peito. E lá estava eu, longe, bem longe... fora do alcance. Melhor assim.


No mais, a vida vai indo. Mestrado voltou, é hora de enfrentar a vida real.

É hora de parar com as bebedeiras homéricas e as coisas boas e ruins que ela traz.

Coisas boas como provar pra mim mesma que posso subir o viaduto na 4ª marcha (coisa que meu eu normal nunca faria).
E coisas ruins como dizer a alguém que realmente importa: 'O meu eu normal não quer mais falar com você'.

Aí a bebida passa. Pro 'eu normal' só fica o arrependimento, de ter perdido assim, na 4ª marcha, alguém que realmente importava.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Potato ou Pornstar?

Ok...

Você saiu de um longo namoro.
Mas os meses foram passando.
Depois de dezenas de semanas de choro, "aquele fdp" pra cá, "aquele miserável" pra lá, a dor... passa.
Você respira aliviada, e ufa! A pior fase... passou.

HUGE MISTAKE, baby.

Por que vem aí... a reconstrução da sua vida social.

O lance parece simples. Você era uma pessoa adorada, tinha milhõões de amigos e ficar sozinha em casa era algo inimaginável.

Até você começar a namorar.

I mean, início de namoro, fase grude, de adaptação... É normal sumir for a while.
Mas seu namorado é um chato. E alguns meses depois você É o braço chato do seu namorado chato.
E se passam 2 anos. E mais os meses da recuperação.
Aí no dia que você resolve abrir seu armário e desencaixotar toda aquela maquiagem de caça, você se dá conta...

Com quem você vai sair mesmo?

Você passou os últimos 24 preciosos meses da sua vida assistindo filmes no sofá da sala com um balde de pipoca no colo. Você está alguns quilos mais gorda e numa proporcionalidade cruelmente inversa, sua lista de contatos, emagreceu.

Eu estou atravessando esta fase, e aprendendo aos poucos que talvez ela até tenha um lado divertido.
É bom ver o quanto seus amigos mudaram, o quanto o mundo girou quando você estava parada e aprender uma grande lição.
É bom reencontrar a si mesma quando você acha no fundo do armário aquela blusa vermelha que você usava quando queria impressionar, e tudo o que ela lhe lembra.

Claro, há os chocolates nervosamente convertidos em calorias, a ansiedade novamente de esperar ligações que talvez nunca venham e a difícil tarefa de reaprender o joguinho do amor.

Mas se até o sofrimento tem seu encanto... por que tudo isso não teria?
Ah.. o título da postagem??
É dessas bobagens que você acaba encontrando na internet enquanto pensa na vida, come um chocolate, espera o celular tocar, pensa onde vai a noite ou posta no blog... ou tudo isso junto.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sim.




Por que hoje...
Senti falta do tempo em que nada importava.
Do tempo em que eu vivia sem pensar no que vinha amanhã.

De quando diziam que eu era má. Mas eu era uma má feliz.
Talvez esteja passando da hora de recuperar o pequeno demôniozinho daqui de dentro que me fazia feliz.

sábado, 4 de julho de 2009

Das coisas que deviam ser e não são (foram)...

Meu cabelo ainda devia ser comprido.
Minha cara devia ser menos redonda e inchada.
Meu quarto ainda devia ter um banheiro.
Meus amigos deviam estar por perto quando eu precisasse.
Minha faculdade devia ter um período de férias menor (o mestrado um maior).
Meu humor devia ser um pouco mais fácil.
Minha família deveria ser mais presente.
Minha bobagens, as muitas que fiz nos últimos meses, deviam ser apagadas.
Minha vida a partir de agora deveria ser mudada.

E pra começar, eu deveria aprender o que sempre quero que os outros aprendam.
Mas não se pode esperar dos outros o que você duvida que eles possam fazer.

domingo, 28 de junho de 2009

Pagodeiro que é bom...


Nem quebra...

Tristeza, e muita.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Andando pela rua.

Não, hoje não tive encontro. Só comigo mesma.
Sai cansada do mestrado, mesmo. Essa história de levar uma segunda faculdade ao mesmo tempo do mestrado já tá dando... ou esse semestre termina, ou eu termino.

Anyway.
Tive prova na arquitetura cedo. E de Métodos Cromatográficos e Espectrométricos de Análise (who?) no mestrado à tarde. Sai com a cabeça kind of rodando e resolvi andar.

Peguei um ônibus até uma das ruas mais movimentadas da cidade (com essa violência até o simples ato de andar e pensar na vida tem que ser previamente pensado!).
Ok, vou entrar nos clichês de crônicas de 5ª, mas... o que está acontecendo com todo mundo?

Vi 3 brigas no trânsito, um carro que quase subiu na calçada, as pessoas andando com medo...
E eu fico sem saber onde encontrar um pouquinho de paz que não seja aqui, na frente desse computador.

Talvez as coisas estejam mesmo piorando. Ou talvez a forma com que eu veja o mundo tenha piorado. Um reflexo de minha confusão interna, talvez... Não é como a moça de 2 anos atrás, cheia de sonhos, que saía pela praça tomando água de coco, agora temos uma cruel realista que já não vê mais graça nenhuma em muita coisa.

E não é de hoje que eu quero encontrar a moça sonhadora e ter ela em mim de volta.
Mas com certeza, andando pelas ruas, ela não está mais.

Considerações finais desse texto mela-cueca: Falta álcool na minha vida.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

De como descobrir que você é idiota.

Eu tinha dezesseis. I was sixteen (Parece tão mais High School Music escrito desse jeito!)
Eu conheci o que seria o amor da minha vida.

O amei com t0odas as minhas forças e por causa disso conheci o céu e o inferno.
Os que acompanharam meus blogs de outrora sabem muito bem disso.

Traições, uma depressão, 5 anos de semi-reclusão e enfim, tudo foi apagado da minha mente e eu segui em frente.
Faz 6 anos que não o vejo, 6 anos que não tenho notícias, e minha vida corria dentro do óbvio da moral e bons costumes.

Hoje, uma amiga me convidou para ir a casa dela na quarta.
Ele vai estar lá, e vai ser a primeira vez que o verei, em 6 anos, desde que o vi subir no altar.
E em 5 segundos depois da notícia, o rombo que se abriu no meu estômago deixou mais do que óbvio o rombo que existe na minha massa cefálica.



Até quarta.

sábado, 13 de junho de 2009

Do meu canto no mundo.

Estive olhando meu quarto. E consegui finalmente defini-lo em poucas palavras. Ele é o espelho externo do que tenho por dentro.

Em épocas de calmaria e responsabilidade, tudo em seu lugar.
Projeto pra entregar amanhã? Esquadros por todos os lados, perdidos no meio dos livros do mestrado.
As paredes são, e não poderiam deixar de ser... verdes... cor de kiwi.

Mas a maior parte do tempo ele é uma completa desordem. Uma desordem um tanto quanto organizada.
Na qual tudo se acha, tudo se resolve, pra tudo tem uma bugiganga que soluciona o problema.

É essa cabeça bagunçada que os escreve. Em desordem? Sim.
Mas sempre encontrando uma solução pro que se aproxima, não importa o que seja.
Tudo envolto por felicidade e luz, sempre.
Assim como minhas paredes cor de kiwi.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Véspera de feriado (or not!)

*O novo banner é um presente do Mauri... ai, eu amei! Não é por menos que ele é a primeira carona do meu carro novo.*

Quarta a noite. Sim, eu devia estar no Meachuta!
Listaremos então, os motivos que fazem a minha bunda permanecer pregada a esta cadeira...

a) Aula, mestrado, amanhã, feriado. Feriado?? FAIL!
b) Desde ontem uma onda de paz invadiu meu peito. A vontade sedenta de ingestão alcoólica não passou totalmente, mas sossegou... esperando uma hora feliz para voltar.
c) Agora, sentada na minha cadeira, ar ligado, Lulu no som, chocolate do lado...

É... a vida de fato é boa.
E um fato pra ela ficar melhor?

Consegui minha bolsa na Unicamp... ou seja, bye bye Belém ^^"
É, eu tô feliz.

E amanhã... torçam. Eu quero ter novidades pra contar à noite, muitas...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Ligação.

Atendi o telefone para uma ligação especialmente interessante.
Uma amiga, não pensem bobagens.
Mas ouvir verdades, às vezes, daqueles que amamos, é tudo o que você precisa pra ter um dia melhor.

Lembro que eu tinha ficado chateada com ela, alguns dias atrás, quando ela me falou algumas coisas duras, meio chatas.
Por mais que ela tivesse pedido desculpas logo em seguida.
Hoje ela me disse por que tinha dito aquilo tudo.

Nem precisava.
Eu já sabia que ela estava certa.

Nota Mental: Uma amiga sempre quer algo melhor pra você do que algum louco de beira de esquina.
Entre seu namorado de 2 anos que você vê todos os dias, e uma amiga que você encontra 1 vez a cada volta de Saturno dançando balé no entorno de Plutão, fique com a versão da amiga.

a plan.

Quero ir pro Meachuta dia 10, nenhum dos meus amigos vai.
Se duvidar vou sozinha.
Mas eu vou.
Post idiota e revoltado, por que hoje estou assim... ja´não aguento mais trabalho-prova-trabalho e tudo que eu preciso é a little bit of fun.

Can you help me please?

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Junho começa. E tudo o que ele me traz.

Meu último mês foi uma gangorra emocional.
Saí do lodo do poço até uma situação confortavel-emocionalmente estável que estou hoje.
Qualquer dia ainda vou sentar e escrever um guia de como sair de situações difíceis sem perder o bom-humor, mas por enquanto, lembrar de mim há um mês atrás ainda dói.
Nas duas últimas semanas, lavei minha alma.
Peguei um porre de tequila e dancei 'Estoy aqui' com as amigas.
Fui a um show e cantei de olhos fechados 'me leve sem destino'.
Fiz compras, e reencontrei velhos amigos.

É, eu estou feliz.
Saíram as notas do primeiro módulo do mestrado, e eu fiquei acima da média em tudo. E eu lembro que ia dopada de calmante fazer as provas. Esse segundo módulo há de ser melhor.

Melhor, por que julho é um mês que tem um cheiro bom.
Melhor, por que hoje ainda é dia primeiro, e eu já tenho o que fazer em todos os meus sábados e domingos até o fim do mês.
Melhor por que provavelmente, terminarei o mês com um quilo a mais, de tanto munguzá e bolo de macaxeira, mas não vou me importar com isso...

E quando terminar, eu estarei livre do mestrado e da faculdade, e São Paulo estará de braços abertos me esperando.
E quando eu voltar, nada mais será como é hoje. I wish.

A desperate.

Sempre gostei de séries americanas.
Talvez por que sempre tenha me identificado muito mais com elas do que os batidos folhetins brasileiros.
Desperate Housewives é uma que já me pegou há alguns anos. Gosto do toque de humor dela, em situações do dia-a-dia que normalmente, poderiam acontecer comigo.
Momentos em que eu fui muito Lynette, com o amor pelo trabalho, suplantado pela devoção à família.
Momentos Bree, pelo perfeccionismo e a minha velha mania de manter as aparências não importando o quão derrotada eu estivesse.
O amor aos Jimmy Choos e derivados que compartilho com a Sra. Solis, a insegurança crônica e tagarelice de Susan, a auto-ironia com pitadas de humor negro by Sra. McCluskey.
Mas ontem a noite assistindo o 5x13, achei definitivamente o melhor personagem para me descrever ali.

Prazer, Eli Scruggs.


terça-feira, 26 de maio de 2009

Do fim do dia azul.

Allice (eu) no MSN: "feliz pacarai!"

Aline diz:
q fooooooooi?
me conta

Allice diz:
hauhsuhauhsa
comecei a me entender com a minha orientadora do mestrado
fiz uns bons avanços
e ganhei meu carro ^^

Aline diz:
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeegua
isso sim eh good notice

Allice diz:
sim, sim...
e cada dia me sinto um pouquinho melhor
Eu tô saindo do fundo do poço, Line

Aline diz:
pooooows
te falei rapa

Allice diz:
ainda tô com aquele aperto no peito sabe?
mas pelo menos agora sei que vai passar
Com certeza, vai passar. Já não dói mais.

Aline diz:
aham
isso sim é bom também
=)

Do dia verde, azul, vermelho...

Hoje é um dia diferente.
É um dia colorido.

Sabe quando a mudança bate em algum momento na sua porta e você nem ao menos percebe?
Bem-vinda D. Mudança, pode entrar!

Amanhã me livro de um dos meus problemas congênitos de tantos anos e só Allah sabe o quanto estou feliz por isso.

Curuçambá-UFPA, nunca mais!


segunda-feira, 25 de maio de 2009

Moneyle$$

Chegamos a uma fase de reta final do meu estado maníaco-suicida.
E você, aspirante a ex-depressivo deve conhecer logo algumas coisas que certamente acompanharão seu estado de pós-depressão, uma delas? O rombo no seu cartão.

Hoje eu pude constatar o quanto sou capaz de gastar quando estou 'marromenos'. E a sensação pós-coit...ops compras, é algo bem difícil de ser descrito, nenhum terapeuta faria melhor do que este pequeno pedaço de plástico escrito Visa.

Tô pobre... mas feliz.
E hoje... Dia do orgulho nerd, parabéns a todos os meus iguais, vida longa e próspera!

Matando um pouco minha nerda interior e voltando a minha vida bagaça pós depressão (eis aqui outra consequência)... Tô indo dormir feliz hoje. Deu na TV! É dia 06...

"Quebraê! Quebraê! Olha o Asa aê!"

Bora?

domingo, 24 de maio de 2009

Eu e toda minha indecisão.

Face it, Allice.
Você pegou um fora. Borboletas... elas morreram.

Msn avisa: Você recebeu uma mensagem do Sr. Borboleta.
"XXXX diz:
disk a qualidade do sushi evoluiu foi?! Pena que eu perdi essa!"

É pena que você perdeu... e eu também.
Coração masoquista idiota da porra.

Esta imagem foi discaradamente roubada do blog do Mauri. Mas é que eu senti todo o desprezo de Celia Juanita quando dei o gritinho de empolgação ao receber um oi, duas semanas depois de um fora homérico. Juanita me despreza, fato!

É hora de tentar se libertar, não vai doer...

Sábado.

4 meninas. 2 Unidades Alcoólicas (É, eu não tava no clima). Muito, mas muito sushi.
Sim, foi uma noite agradável.


Semana que vem será melhor... e a outra... e a outra...
Sou eu saindo desse lago.

sábado, 23 de maio de 2009

Missão de Sábado.

Ter um sábado divertido, independente de qualquer coisa.
Tenho dito.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Make a wish.

1- Conciliar sonho e trabalho.
2- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo.
3- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, e que elas estejam sempre bem perto de mim.
4- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, elas estando sempre bem perto de mim, para conseguir a vida que sempre quis.
5- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, elas estando sempre bem perto de mim, para conseguir a vida que sempre quis, de preferência em outra cidade.
6- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, elas estando sempre bem perto de mim, para conseguir a vida que sempre quis, de preferência em outra cidade, mas que eu não perca o contato intenso com minha família.
7- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, elas estando sempre bem perto de mim, para conseguir a vida que sempre quis, de preferência em outra cidade, mas que eu não perca o contato intenso com minha família, que eu inicie a minha, que ela seja tão forte quanto a que eu já tenho.
8- Conciliar sonho e trabalho, tendo tempo pras pessoas que amo, elas estando sempre bem perto de mim, para conseguir a vida que sempre quis, de preferência em outra cidade, mas que eu não perca o contato intenso com minha família, que eu inicie a minha, que ela seja tão forte quanto a que eu já tenho, tendo para isso, alguém ao meu lado com quem eu possa olhar na mesma direção.

Sim, hoje estou afoita por teclas e feliz.

Ele volta a me encher.

E é quando meu pulmão está repleto de Lulu Santos (ok, sou cafona!) é que o trem volta ao seu trilho.

"A semana passou num piscar de olhos, e eu não vi
E o tempo que voa como o vento, não senti
Minha vida está congelada
Desde a última vez que lhe vi
Só me interessa voltar ao
ponto de onde eu parti..."




Dia de trabalho.

Uma semana agitada, foi justamente o que precisei e tive nos últimos dias.
Hoje tive certeza de que estou no caminho certo, profissionalmente falando.
Na vida pessoal também.
É como se eu acordasse de um pesadelo e olhasse para a janela para admirar o dia que se estende à minha frente.
E tudo que eu preciso agora, é de uma mão enlaçada à minha, para aproveitar esse dia comigo (Ok, como diria Mauri, Susan Mayer, te dedico!).

Hoje, uma boa noite pra se curtir em casa.
Mas amanhã é outro dia, e todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite.

sábado, 16 de maio de 2009

Copiando o Mauri.

01-Que horas são?
00:43 AM

02 - Nome?
Esse blog já tem tanta coisa sobre mim, se eu por além de tudo o nome...

03 - Quantidade de velas no teu último aniversário?
Bom, em cima do bolo só tinha uma... dessas que a gente usa quando acaba a energia mesmo.

04- Tatuagens?
Só a vontade de ter uma na nuca

05- Piercings?
Não... Meus pais são tradicionalíssimos. Acho que minha mãe arrancaria meus piercings com a unha. [2] (Copiado de Mauri!!)

06- Já ficou bêbado?
er... a última vez foi ontem, mas antes dela, várias outras.

07- Já chorou por alguém?
Já. Pelos meus parentes que já se foram. Por um cara que fui muito a fim. Ontem chorei pelo Ravi casando com Camila na novela. Embora não pareça, sou manteiga... [2]. Eu incluiria o programa do Luciano huck da semana passada, ah, não me pergunte o porque, mas aquela coisa toda de Lata Velha, Soletrando... me deixa emotiva.

08- Já esteve envolvido em algum acidente de carro?
Sim, várias vezes tmb.

09- Peixe ou carne?
Tudo que tenha proteína animal.

10- Música preferida?
O último romântico - Lulu Santos, a música da minha vida.

11- Cerveja ou Champagne?
Montilla

12 - Metade cheio ou metade vazio?
Full full;

13- Lençóis de cama lisos ou estampados?
Estampados... adooooro cois fresca, muito fresca!

14- Filme preferido?
Star Wars, Peixe Grande, Memórias de uma Gueixa, o Fantasma da Ópera, Closer.

15- Flor (es)?
Orquídeas, rosas.

16- Coca-Cola simples ou com gelo?
Até quente desce!

17- Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender?
Depende da distância entre eu e ele.

18- Qual a figura do seu mouse-pad?
Um Leãozinho feliz.

19- CD preferido?
Atualmente? Cartel - Chroma

20- Mulher bonita?
Natalie Portman

21- Homem bonito?
Ashmit Patel, Alejandro Sanz (aquela cara safada ainda me mata!), George Clooney, Mark Ruffalo e claro, Ed Westwick (Jesus me abana!)

22- Perfume?
212 for Men, Carolina Herrera.

23 - Pior sentimento do mundo?
Impotência e solidão.

24- Melhor sentimento do mundo?
Em português é difícil... Fullfilment, esse é o melhor sentimento do mundo.

25- O que uma pessoa não pode ter para ficar com você?
Falar besteira.

26- Qual o primeiro pensamento ao acordar?
"Merda... mais trinta minutos..."

27- Qual o último pensamento antes de dormir?
O maior problema da minha vida reside aqui. Tenho todos os pensamentos do mundo antes de dormir.

28- Se pudesse ser outra pessoa, quem seria?
Atualmente? Jessica Szohr, mas tirando o fato dela estar pegando o Ed Westwick, ai qualquer pessoa que fosse muito rica, isso já me confortaria.

29- O que você nunca tira?
Algumas vozes na minha cabeça.

30- O que é que você tem debaixo da cama?
Outra cama.

31- Qual livro você está lendo?
Introduçao ao Processamento de Alimentos - JP Fellows

32- Uma característica sua:
Uma pessoa difícil... ah, insegura também.

33- Uma coisa que ainda não fez:
Hum... meu pós-doc em algum país legal da Europa :)

34- O que você quer ser quando crescer?
Quero ser feliz no trabalho. [2]

35- Uma frase:
May the force be with us.

. . .

I really don't want this moment.

Eu continuo sendo o menino-moleque. O 'meu camarada'.
E é só assim.

Eu não quero mais que isso dure.
Eu quero ser uma mulher, o que eu acho que realmente sou... mas por que é tão difícil??

quarta-feira, 13 de maio de 2009

da volta.

Tenho melhorado.
Cada um dia um pouquinho, cada dia mais a ferida fecha.
Pessoas tem sido muito importantes para isso...
Aquelas que te dão ombro e conforto e aquelas que te dão verdade.
As que te dão verdade, te fazem chorar, por que dói.
Mas não há remédio melhor...
Por isso que eu amo meu melhor amigo, e vou sentir uma falta estúpida dele quando ele viajar daqui a 2 meses... só eu sei.

Ontem as borboletas voltaram... ele veio aqui em casa me pedir um material pra fazer um trabalho.
E eu sou a idiota de mesmo depois do fora, ainda ter esperanças.
Mas ele me faz um certo tipo de bem. Ele faz eu sentir que meu coração pode até amar de novo.
E viva as minhas borboletas mortas.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Voltando a postar depois de um longo e tenebroso inverno...
E como foi longo e como foi tenebroso.
Da última postagem até aqui muitas coisas morreram em mim. As borboletas e qualquer outra criatura de Deus que inspire metáforas (insira seu card Blair Waldorf aqui.)
Estou me levantando e esse levantar é sempre um processo muito lento.
Mas, Thank God! É sempre definitivo.
For good.
E não é dessa vez que será diferente.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Define like.

- face it, it's over.
- you sound like a jealous boyfriend.
- yeah, alright. you wish.
- ha no.. you wish.
- please, don't forget who you're talking to.
- so to you. do you.. like me?
- define like.
- ha. you got to be kidding, i do not believe this.
- how do you think i feel? i haven't slept, i feel sick, like there's something in my stomach.. fluttering.
- butterflies? oh no no. this is not happening.
- even no one is more surprised or ashamed than i am.
- chuck. you know, that i adore all the god's creatures and their metafores, they inspire me, but, butterflies have got to be murdered.
- fine, it wasn't great, anyway.
- thanks.

Dia de esquecer

Primeiro dia de aula na arquitetura...
Vejo a minha 'ex-irmã' (se é que isso existe), e ela me olha com a pior cara possivel, aquela que eu sei muito bem que ela só faz em situações extremas.
Saí um caco.
Fui ver o Sr. Namorado atual...
Ele anda fazendo coisas que me irritam e por mais que eu me esforce em cada vez me dedicar mais e mais, sinto que a hora do tempo já chegou. E eu preciso parar de me importar com essa perda, derrota ou o que seja.
Comprei uma agenda, e ironicamente, ela está cheia de borboletas na capa.
E as minhas borboletas voam agora apreensivas. Sim acho que descobri quem é a namorandinha... e ela entrou na mira.
Por que... eu tava tão bem, quieta...
Die, Butterfly, die!

domingo, 8 de março de 2009

Pela primeira vez consigo meu ausentar do meu próprio diário... (ok, não é a primeira vez...)
O que importa é que nos últimos dias aconteceram coisas importantes e bem definitivas nessa minha vida.
15/02: Passei no vestibular pra arquitetura...
(Sim, é a realização de um sonho, e globs globs... Tô feliz).
26/02: Passei no mestrado
(Sim, agora eu estou completamente realizada e feliz, e ponto.).

E tudo estava caminhando bem... indo bem...
03/03: Apresento meu TCC, um dez e eu quase não acreditei.

Agora neste momento eu tenho tantas realizações na mão e uma crise familiar estrondosa.
Tô com medo dessa vez. A.k.a apreensiva.

Mas esse nem de longe é o problema maior.
O coração é, sempre ele. Ele e as malditas borboletas que andam me fazendo surtar cada dia mais.

sábado, 21 de fevereiro de 2009



...

Tô triste...
Muito...
Por falta de identidade perdi a mim mesma...
E vou vivendo a vida sedo o que não sou para mim, só para o outro.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


Die Butterfly, die!!!