domingo, 27 de setembro de 2009

Sobre algumas metas de sexta.

+ Desenhar algo do que eu realmente me orgulhe.
Não consegui... Minha planta requer muito mais inspiração do que este fim de semana pôde me prover. Mas ela vai sair, eu sei.

+ Reencontrar pelo menos um velho amigo.
Esse fim de semana? Um festival de velhos amigos. Encontrei um com quem achei que nunca mais voltaria a falar e foi bom ver que o tempo não mudou nossa amizade. Ganhei uma música dedicada em um show pra mim. Visitei camarim, ganhei crachás, e me senti muito importante.

+ Finalmente provar o tal Mussolini, e dirigir depois dele.
Fiz mais do que isso. Não sei como estou viva aqui, blogando. Não mesmo.

+ Rir bastante.
Checked! E como são bons esses dias em que tudo o que você precisa é rir.

+ Dançar em algum momento como se o mundo fosse acabar.
Checked!

+ Flutuar por cima de tudo o que me faz mal e descobrir a paz em algo, alguém ou algum lugar.
Checked!

+ Me apaixonar por alguém novo, nem que seja por 5 minutos, e ver motivos para ficar feliz nisso.


And it's just like the ocean under the moon
Well that's the same as the emotion that I get from you
You got the kind of lovin that can be so smooth
Give me your heart, make it real
Or else forget about it...

sábado, 26 de setembro de 2009

Metas para as próximas 48 horas.

+ Desenhar algo do que eu realmente me orgulhe.
+ Terminar de ler sobre alicerce e fundações.
+ Tentar ler pelo menos um artigo do mestrado, acho que não vai doer.
+ Beber pelo menos 3 copos mais de leite de soja (um já foi!)
+ Reencontrar pelo menos um velho amigo.
+ Rir bastante.
+ Dançar em algum momento como se o mundo fosse acabar.
+ Flutuar por cima de tudo o que me faz mal e descobrir a paz em algo, alguém ou algum lugar.
+ Me apaixonar por alguém novo, nem que seja por 5 minutos, e ver motivos para ficar feliz nisso.
+ Aumentar minha série de pesos de 2 pra 3 (O que eu vou fazer neste instante!)

Fui!

Que o Sorriso, a PAZ e o AMOR
Te acompanhe onde você esteja
E vamos dançar
A vida é a nossa maior riqueza
Flores no ar, aparecem quando você chega
E não vai mais cultivar a dor,
Preocupar com o que não vale a pena
Seque as lágrimas que já chorou
Viva a felicidade plena
E vamos dançar
A vida é nossa maior riqueza
Flores no ar, aparecem quando você chega...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E o espírito porquinho?

Fica registrada aqui a volta do meu espírito porquinho depois de anos de ausência.
Já que essa foi uma semana de mudanças enérgicas, o meu espírito-de-porco-de-estimação não poderia ficar de fora e voltou dando um duplo-twist-carpado na minha vida.
Tem coisa melhor do que deixar alguém sem fala e ir embora? Ou ver a cara de agonia de alguém com a namorada do lado quando você se aproxima e passa direto sem nem olhar?

Às pessoas que você fez terem uma consciência mais do que pesada essa semana, um brinde.

Ligação de 1 minuto pela Oi: R$ 0,84
Ida ao cinema com lanchinho depois: R$ 30,00
Ver um japonês de olho arregalado sem saber o que fazer com a namorada do lado? Priceless.

Semear discórdia? Adoro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Do que nascemos para fazer.

Toda criança tem um sonho que responde à pergunta: "O que você vai ser quando crescer?".
A minha resposta, sempre estava na ponta da língua - Bailarina! - e vinha semre acompanhada de uma pirueta.

Mas o tal do doutor Kobayashi-Katayama-Komatsu (I don't remember) me disse que era impossível por causa da diferença de tamanhos entre minhas pernas e esse foi o primeiro japonês que eu odiei na vida (Hoje a lista inclui as velhas conhecidas de outros blogs: O tal Ishii; A real Samurai e A Vacajabonesa).

Depois de alguns dias de profunda auto-análise infantil eu já tinha minha nova resposta: Arquiteta!
Eu cursei meu fundamental, meu ensino médio todo e... Você vai fazer vestibular pra quê, Allice? Arquitetura!

Mas aí veio o dia da inscrição... vontade dos pais, pressão no cursinho, uma mente de 16 anos tão forte quanto um galho seco... Medicina!
Minha excursão pela medicina foi uma lástima, e acabou incluindo a Medicina Veterinária, a qual adotei pra minha vida já há quase 6 anos.

Mas ano passado, quando ouvi meu nome no listão de Arquitetura, era como se eu pudesse ter tudo outra vez.
É claro, já não faz mais o mesmo sentido que tinha para aquela menina que não podia ser bailarina.
Pra ela, a arquitetura seria ficar pra sempre ao lado da irmã fazendo o que as duas mais gostavam... criar.

Hoje, pra mim é uma paixão. É sentar, pegar o papel e caneta e esquecer do mundo. É recriar, num pedacinho de papel, o sonho que ficou lá atrás e uma pontinha da felicidade que ele devia ter me trazido.

Hoje voltei à Arquitetura. Hoje já me sinto mais leve. Apesar de ver minha nirmã passar pelos corredores e não poder abraçá-la, estar ali faz com que eu me sinta mais eu, e não o arremedo de mim mesma, que me tornei ao longo dos anos.

Hoje o professor me usou como exemplo, de alguém que quer a arquitetura pelo motivo mais simples de todos, a sensação de afeto que a profissão lhe traz. E ele acertou. Por mais que eu nunca consiga ser de fato uma arquiteta, a sensação de poder tentar é algo que me faz alguém melhor. Tudo por amor aos riscos, ao papel em branco, aos tijolos que constroem poesias e à forma que espelha a alma.

Que venha mais um semestre dessa paixão, que desde o primeiro reencontro, já me faz tão feliz assim.

domingo, 13 de setembro de 2009

Ólheu aí...


+ Domingo de prova da PF. A minha 'menina-do-metrô' tava lá (outro post explico melhor).
+ Domingo de assistir filme idiota e fazer montinho com meus dois perturbados amados.
+ Domingo do passeio eu e eu mesma pra olhar o rio, e ver que eu não consigo mais planejar minha semana... Isso por que todo pensamento meu cérebro completa com: "Vamos embora? Bora? E agora, já? Tchau, Belém?"
+ Noite de domingo ruim... Eu já esperava por isso. Preciso conversar e espairecer, acho que além do passeio eu e eu mesma de domingo e quarta, vou passar a adotá-lo às segundas também, ou pelo menos nesta.

sábado, 12 de setembro de 2009


Como estou presa em casa num sábado à noite, e particularmente ansiosa por que a pessoa que mais amo no mundo encontra-se neste momento, dentro de um avião... Não me custa escrever aqui algumas poucas coisas sobre essa semana, que eu quero lembrar.

+ Bater o carro, 3 vezes, 3 dias consecutivos... só eu.
+ "Cansei de ser o seu palhaço, fazer o que sempre quis... Cansei de curar sua fossa, quando você não se sentia feliz..." (8)
+ Pela ducentésima enésima vez: Não confiar... não confiar... não confiar... (Lembrar de fazer um cartaz com esta frase e pregar no forro do meu quarto verde-kiwi).
+ Pro forro também vai: Não dê às pessoas a importância que você não tem pra elas.
+ Valorize quem realmente tem valor (Ouvir isso essa semana meio que me doeu um pouco, mas foi um tapa na cara merecido, e de alguém que realmente, tem valor).
+ "E eu sei que você sabe, quase sem querer... Que eu vejo o mesmo que você..." (8)
+ O fim do tormento 'sem-séries' está chegando ao fim, estréias da Fall Season semana que vem.
+ Definitivamente, dar aula é tudo o que eu quero fazer até o fim dos meus dias, e eu não posso perder o foco disso.
+ Preciso lembrar das minhas promessas pra próxima semana: Jogar a caixa de remédio pra dormir fora e entrar na academia.
+ Dar mais atenção à minha irmã. Ela tá precisando, tenho certeza.
+ Aproveitar meu tempo livre e não blogar, perder tempo no MSN ou Facebook, principalmente as intermináveis conversas por depoimento no orkut e sim, traduzir os artigos e montar minhas apresentações de conclusão do módulo. #Fail!

Eu deveria estar fazendo isso neste momento. Mas tô aqui, escrevendo e admirando minha nova boneca. Isso por que eu dei um fora. Mas descobri (depois de ver Norminha e Abel ontem no final da novela) que é só assim que a coisa funciona. Ser legal e se mostrar sem frescuras?? #Fail!

Minha Ahsoka Tano é linda!

Gira , mundo!

Eu estava sentada, desenhando.
Quando o celular tocou, me assustei duas vezes. Pela interrupção dos meus traços e pelo nome no visor.
De qualquer ligação no mundo que eu pudesse esperar numa manhã de sábado, essa era a última.

(...) Pausa para flashback (barulho de Rewind - Stop em 2001)
Você era apaixonada pelo carinha, há, digamos... 8 anos atrás?
Só uma amiga sua sabia, e ela promete te ajudar.
Num dia x, você no auge da empolgação teenager vai ao cinema com o carinha E a sua amiga.
Só que no meio do filme, você olha pro lado E a sua amiga está beijando o carinha.

Vaaaaaca!
*Um coração teenager partido, fim do flashback, da amizade e nascimento da primeira vaaaaca da qual tenho recordação*

Não preciso dizer que ela foi exilada do meu convívio social, ele idem, não que ele tenha tido culpa, afinal não sabia de nada. But... C'mon... I was fifteen!

*De volta para o futuro*

Atendi o telefone, e não que não tivesse mais falado com ele nos últimos 8 anos, mas sempre orkut, msn... confesso que a ligação supreendeu.


- Que estás fazendo, Allice?

- Hum... desenhando...
(Resposta estúpida! Eu devia ter inventado algo melhor... Tem coisa menos glamourosa do que passar a manhã de sabado dobrada sobre um caderno desenhando bichinhos que só existem na sua imaginação?)

- Quer dar uma volta?

*Silêncio infinito...*

- Pode ser.

Lá pelo início da tarde lanchamos, fomos ao cinema e ele me levou para olhar as lojas de brinquedos (Afinal, ele me conhece há mais de 8 anos, ele sabe o que eu gosto!).

E 8 anos depois... ele tentou me beijar *Insira uma risada maquiavélica qualquer aqui*

Não, eu não fiquei feliz. Era um semi-estranho que me ligou não sei o porquê e de repente super se achou no direito de dar em cima de mim... trouxa. É o candidato a mais novo contato bloqueado no meu msn (Sim, odeio trouxas).

E contrariando o meu eu-interior de 15 anos, eu não o beijei. Mas poderia ter beijado. Isso se passeando pelo shopping estivesse a vaaaaaca. Aí sim, eu agarraria ele pelo meio da cintura e tascaria o beijão.
- Olha o que eu faço com seu primeiro namorado... (Sim, eles namoraram, por 1 ano e 7 meses...)

Se existe essa tal justiça terrena, é nessas pequenas dobras da vida que ela se materializa.
Isso sim, teria me feito feliz. Sim, sou uma pessoa pequena, mesquinha, infantil e sinto praticamente orgasmos múltiplos e infinitos fazendo artimanhas amorosas da 6ª série.

Se esse tal de amor profundo e verdadeiro não me acha, sejamos então profundos como uma colher de sopa... os românticos sempre são os perdedores afinal, como aquela menina de 15 anos que viu a amiga beijar o 'seu carinha' no cinema...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Hoje.

Depois de uma manhã de 'Esfregando-na-sua-cara-como-você-é-incompentente', o que se sucedeu hoje foi uma sequência de grandes erros.
Em mais um episódio da minha odisséia "Como perder amigos e afastar pessoas", aconteceu em uma hora tudo o que não poderia me acontecer.
Perdi o controle, escrevi aquele post, peguei o carro, bati o carro e... nada disso adiantou, tudo continua como estava.

A vontade agora? Pegar minha maletinha e voltar pra Minas.
Não é de hoje que eu sei que essa faculdade, esse mestrado, de nada adiantam se minha cabeça continuar tão deep in blue.
E isso é tudo o que eu queria hoje.
Ou só um abraço amigo, talvez resolvesse...

Mas é mais fácil ir até o aeroporto e preparar minha faixa BH, I'll be back.
Hoje devia ser um dia especial.
É minha primeira aula, a primeira aula que vou ministrar para alunos de graduação e só eu sei o quando estava empolgada por isso.
Mas depois de tudo o que eu vi e aconteceu hoje, chega.

A vontade que eu tenho agora é pegar meu carro e dirigir pra longe e não parar tão cedo. Uma vontade de gritar imensa e de abandonar tudo pra trás.
Chega, eu oficialmente estou abandonando essa minha vida ede hoje em diante nada mais importa, mesmo.

E sim, eu preciso gritar, eu preciso chorar, eu preciso ir no meu lugar só meu. E é pra lá que eu vou depois de dar aula... só eu sei como.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Holidays Part II - I quit.


Definitivamente, meu lugar não é aqui.

Holidays Part I - Missing her

Por que sempre que tenho que fazer algo, ou voltar em algum lugar sem ela pela primeira vez, é impossível não sentir.

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda esta forte
E vai ser bom subir nas pedras

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando
Tudo embora...

Agora está tão longe
ver a linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos
Na mesma direção
Aonde está você agora
Alem de aqui dentro de mim...

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você esta comigo
O tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem...

Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos,
Lembra que o plano
Era ficarmos bem...

E com certeza, nos nossos planos estava 'nunca abandonar'.


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

They (L) me, F.C.

Quando as pessoas me perguntam por que às vezes eu me tranco em meu mundinho, a resposta é muito simples.

Todas as vezes que eu saio, coisa boa não sai junto.

Lembro o que um amigo me disse certa vez: As pessoas, Allice, tem que aprender a resolver seus problemas. Você não vai estar lá sempre pra evitar que elas sofram'. Mas se eu pudesse ajudar, por que não? Bem, hoje eu entendo o porquê.

Me pergunto onde foi que as pessoas perderam o plug-in 'Aceitar a verdade'.
Você é uma ilustre desconhecida, que infernizou o namoro da minha melhor-amiga-sempre e tomou o namorado dela. Você me pergunta o que eu acho de você...
Eu respondo?
Vaca. Simples assim.

Você é minha amiga. Você namorou 7 meses com um amigo meu, você fez ele sofrer 7 meses... Por mais minha amiga que você seja, em 5 segundos você vira?
Vaaaca.

São pensamentos óbvios, e para mim, se alguém me pergunta o que eu acho de você, eu não posso responder: "Aquela menina linda..."

É assim que vários troféus são adicionados na parede do They (L) me F.C.

Mas a importância disso? Nenhuma.
São pessoas que realmente não deviam talvez, nem ter passado pela minha vida, mas pelo menos, me deixaram grandes lições, como por exemplo, fique calada, no matter what happens.

O grande evento de hoje, sem dúvida, é o fim da história das borboletas.
Hoje, elas se vão. For good.
Se eu venho dizendo pra mim mesma que não tá doendo tanto (por que realmente acho que não está), hoje eu verei.

Noite para se lembrar? 02/09/09.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Tia do Báteman.


Por que bem lá no fundo tem uma ponta que dói.
Mas é lá no fundo mesmo, e hoje não é dia pra mergulhar nessa. Eu normalmente nunca saio desse lago muito rápido.


Hoje é dia de começar a botar a mão na massa por aqui pelo mestrado, não que eu esteja lá muito feliz com isso.
O importante é que eu estou... uma pontinha orgulhosa de mim mesma, sim, por que não?
Depois do meu super kapow de domingo...

Estamos aqui, em plena terça feira e eu...


... Tô legal.
É, pasme, eu tô legal.

Digo, ok, você passa 2 anos e meio apaixonada por um tiozinho, termina seu namoro por ele, leva o maior fora da sua vida e é meio óbvio que a sequência da derrocada seria ver ele com uma namorada.


Querendo ou não, tenho mantido minha cabeça ocupada (com vaquinhas malhadas e plantações de mantira), mas enfim, ajuda.
Tudo o que eu queria agora era ter sido mais firme desde o início.
Queria não ter dado crédito às minhas baboseiras românticas, ter feito o que fiz nos últimos meses há mais tempo.



Essa semana é uma prova de fogo. E se eu chegar ao fim dela sem chorar, não choro mais.
E isso sim, é uma boa promessa para se fazer a mim mesma.


P.S.: A presença do Báteman neste post é meramente ilustrativa e nada tem haver com meu estado mental ou emocional atual... Mas que saudade da feira da fruta!



Update (14:29): Chorar não. Mas não consigo tratar ninguém bem, também.
É patada atrás de patada... KAPOW!